É normal ouvir reclamações de pessoas que passam longos períodos expostas à luz de telas. Essas reclamações tem, entre os pontos em comum, um muito importante: a visão. Não importa muito se é uma TV, um celular, um computador ou um tablet, telas emitem luz.

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A luminosidade em excesso pode trazer sérios problemas para a visão. Essa frase, por si só, não parece trazer nenhuma novidade. Mesmo assim, são poucas as pessoas que estão dispostas a alterar seus hábitos por causa disso.

A visão dos usuários

Considerando o passar do tempo e a evolução da tecnologia, cada vez mais as pessoas passarão tempo visualizando telas. É normal, nesses casos, que venham a acontecer reclamações sobre indisposições gerais e, principalmente, relacionadas à visão.

Queda no desempenho

O desgaste durante o uso de telas pode afetar não só a saúde, mas também a produtividade. É comum, por exemplo, que depois de uma exposição prolongada às telas, funcionários relatem erros no exercícios de suas funções, e estudantes relatem uma queda no seu desempenho na resolução de questões.

Mais da metade das pessoas usam algum tipo no seu trabalho ou no seu ambiente de estudo. Isso significa que uma parcela enorme da população estaria sujeita a esses problemas.

Dicas para ajudar a visão

Duas dicas importantes podem ajudar na manutenção de uma visão saudável. Essas dicas são bem básicas e qualquer usuário ou trabalhador consegue fazer. Segundo especialistas, seguir essas duas dicas pode impactar de forma significativa a saúde visual. Elas são: piscar e manter a distância da tela.

Piscar

Quando uma pessoa pisca, a pálpebra espalha lágrima por cima do olho. Essa camada de líquido serve pra ajudar na manutenção da hidratação dos olhos. Quando passamos muito tempo sem piscar, existe uma tendência natural do olho ficar mais seco. Esse processo de ressecamento faz com que os olhos fiquem irritados.

Outro fator que tem influência é a posição da tela em relação aos olhos. Na leitura de um texto impresso, como livros, revistas e jornais, é normal que as pessoas mantenham o objeto de leitura mais pra baixo. Assim, olhando para baixo, os olhos ficam um pouco mais fechados e acabam ressecando bem menos. Isso reforça a necessidade de piscar com mais frequência ao usar telas, pois a posição natural dos olhos é desfavorável a hidratação.

Esse problema, quando se torna mais recorrente ou grave, ganha um nome específico. É a Síndrome do Olho Seco.

Distância da tela

O tanto que um usuário fica afastado da tela também é um fator importante para a sua saúde visual. O esforço que os olhos fazem para manter o foco em objetos próximos é maior do que nos distantes.

Quando olhamos para coisas que estão mais perto, nossos olhos fazem um movimento de convergência, nos deixando levemente “vesgos”. Já ao focar em pontos mais distantes, eles se posicionam de maneira quase paralela. Esse posicionamento paralelo é mais intuitivo, natural e, consequentemente, relaxante para os olhos. Ou seja, ao olhar para telas próximas, você tem mais chance de cansar e estressar seus olhos.

A distância média entre os olhos de um usuário e seu notebook, por exemplo, é de 30 centímetros. Com as telas de celulares, então, a situação é ainda mais crítica, muitas vezes não chegando a 20 centímetros.

O ideal é que as telas fiquem a pelo menos 50 centímetros dos olhos. Com essa distância de meio metro o impacto da luz é amenizado e o uso prejudica menos a visão. Por isso, se for possível, aumente o tamanho da letra de seus dispositivos e se acostume a sentar um pouco mais longe das telas, e também a usar o celular com o braço consideravelmente mais esticado. Assim provavelmente você logo perceberá uma diferença no desgaste dos seus olhos com o tempo.

Ajustes que podem melhorar a visão

Praticamente todos os aparelhos eletrônicos da atualidade oferecem algum tipo de ajuste nas suas configurações de tela. Saber usar esses ajustes a seu favor pode ser um fator crucial para evitar problemas oculares.

Ajustes básicos

Os ajustes mais básicos são aqueles que quase todo mundo já conhece. Até mesmo naqueles monitores antigos de tubo era possível mexer nesses detalhes.

Contraste

Encontrar a medida adequada de constraste pode ser um pouco trabalhoso. O ideal é ir ajustando o contraste aos poucos enquanto vai usando a tela. Quanto mais tempo você ficar diante da luz, mais fácil será se acostumar com o contraste baixo.

O contraste mais alto é, sem dúvida, uma grande ajuda na legibilidade. Ele torna as diferenças mais gritantes, trazendo nitidez para os textos e facilitando a compreensão. Por outro lado, o contraste mais baixo é menos estressante para os olhos. Deixando os tons um pouco mais uniformes, o olho se desgasta menos com a variação de brilho.

Então nossa dica é: use sempre o menor contraste possível. Não se cobre de já começar com o mínimo, só tente lembrar de ir diminuindo aos poucos.

Tamanho

Nesse ponto não existe muita dúvida. Quanto maior for o tamanho da letra, mais longe você vai conseguir ficar da tela. Isso se aplica tanto a computadores quanto celulares.

Logo, para conseguir aumentar a distância entre seus olhos e a fonte de luz, pode ser interessante usar fontes maiores. Aumente a letra de forma que ela fique grande o suficiente para você ler a uma distância de 50 centímetros. Conforme mencionamos, essa é a distância que seria minimamente adequada de manter de uma tela.

Se você tiver com alguma dificuldade nesse ponto, pode cogitar duas alternativas. A primeira pode ser fundamental para a sua vida: procurar um oftalmologista. Talvez você esteja precisando de óculos e não saiba. A segunda também poe ser importante: cogitar trocar de celular. Procurando um modelo com a tela maior será possível aumentar a fonte de maneira mais organizada e, assim, ter mais conteúdo na tela e prosseguir com o plano de usar o smartphone com o braço esticado.

Brilho

O brilho também parece ser uma configuração relativamente previsível, mas não é. A verdade é que quanto mais baixo você conseguir manter o brilho, melhor. Então é só deixar o brilho no mínimo possível? Sim e não.

É importante perceber que esse “mínimo possível” precisa existir dentro de uma condição razoável de legibilidade. Não adianta nada deixar a tela toda escura se você acabar precisando fazer muito esforço para conseguir ler, ou se tiver que trazer a tela mais para perto dos olhos.

Encontre o seu próprio “mínimo possível” e, assim como no caso do contraste, vá ajustando. Depois que você se acostuma a mexer nas configurações com certa frequência, começa a perceber que ir baixando o brilho aos poucos é mais confortável do que parece.

E o modo noturno?

O modo noturno, também conhecido como night shift, se popularizou há alguns anos no universo dos smartphones. Esse modo é aquele que deixa a tela amarelada e com o brilho mais ameno.

Como o modo noturno ajuda a visão

O que o modo night shift faz é alterar as cores da tela do dispositivo. Isso acontece todos os dias em um horário determinado, idealmente começo da noite. Como resultado, a exposição à tela se tornaria menos estressante para os olhos.

A ideia é realizar uma troca no tipo de luz, substituindo a luz azul pela luz amarela. De acordo com estudos, isso seria melhor para o usuário pois os olhos ficariam menos cansados e, além disso, a luz amarela não prejudicaria o sono. Isso porque, em teoria, a luz azul prejudica a produção de melatonina – o hormônio do sono.

Configurando o modo noturno

Os detalhes sobre como o modo noturno vai funcionar podem ser ajustados pelo usuário. Essa opção costuma ficar nos menus referentes ao brilho ou a própria tela. Lá é possível escolher qual o horário de ativação do modo noturno e, mais do que isso, é possível escolher a opção de ligar o modo noturno na hora do pôr do sol – o telefone sabe disso relacionando o horário com a sua localização.

Novos estudos sobre o modo noturno

Estudos rececentes, do final de 2019, colocam em dúvida tudo o que se imaginava a respeito do modo noturno. Não em relação a visão, mas em relação ao potencial para atrapalhar o sono.

Esses estudos testaram a teoria de que a luz amarela, potencializada no modo noturno, é mais parecida com a luz que o sol emite durante o dia. Os testes foram realizados em ratos que receberam os dois tipos de luz. Foi percebido que os ratos que recebiam luz amarela tinham piores condições de sono. Claro, esse estudo ainda é preliminar e recente, e precisa ser aprimorado, mas a dúvida permanece.

De qualquer maneira, tanto para o sono quanto para a visão, as orientações são basicamente as mesmas. Fique menos tempo diante das telas, fique mais longe das telas e, principalmente, evite as telas na parte final dos dias, quando estiver mais cansado.

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Esperamos que depois dessas dicas você consiga adaptar suas condições de uso das telas e consiga preservar sua visão da melhor maneira possível. Para seguir atualizado sobre questões de tecnologia, continue acompanhando nosso blog!

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